⚠️ Aos 24 anos, enfrenta dores, desmaios e suspeita de tumor na hipófise — precisa de ajuda para exames e tratamento.
✅ Caso
verificado pela equipe.
Alyssa Gabriela
tem
24 anos
e mora em
Feira de Santana, na Bahia.
Nos últimos meses,
sua vida mudou completamente.
Dores de cabeça intensas,
tonturas frequentes
e
episódios de desmaio
passaram a comprometer sua rotina.
Além disso,
seu corpo passou a
produzir leite de forma involuntária
devido ao aumento excessivo da
prolactina.
Essa alteração levantou a suspeita de
um tumor na hipófise.
Agora,
Alyssa precisa de
exames, acompanhamento médico e respostas
para entender seu quadro
e iniciar o tratamento adequado.
Os médicos do SUS solicitaram
novos exames
e acompanhamento com
endocrinologista e neurologista.
Dependendo dos resultados,
o tratamento pode envolver
medicamentos para controlar os hormônios e reduzir o tumor.
Mas também existe
a possibilidade de cirurgia.
Enquanto aguarda,
os sintomas continuam
e a preocupação aumenta
a cada dia.
💔 Além da dor física, existe uma batalha emocional
Além dos desafios físicos,
Alyssa enfrenta
um impacto emocional enorme.
Como mulher trans,
precisou
interromper a reposição hormonal
para preservar sua saúde
até que o diagnóstico seja esclarecido.
Foi uma decisão
necessária para sua saúde,
mas que afeta diretamente
sua autoestima
e intensifica
a disforia de gênero.
Alyssa precisa enfrentar,
ao mesmo tempo,
os sintomas, a incerteza e o impacto emocional de todo esse processo.
Os sintomas também impediram Alyssa de
continuar trabalhando.
Até março,
ela atuava em
telemarketing,
mas precisou pedir demissão
por causa das dificuldades enfrentadas.
Hoje,
ela vive com a mãe,
única responsável pela renda da casa.
A situação financeira é delicada:
contas acumuladas,
problemas estruturais na residência
e, em alguns momentos,
dificuldade até para comprar alimentos.
A cama de Alyssa
quebrou.
Hoje,
ela dorme no chão.
Em meio às dores,
aos desmaios
e à incerteza sobre seu diagnóstico,
a família ainda precisa lutar
para garantir necessidades básicas dentro de casa.
🎯 Para onde vai sua doação:
✅ Exames e consultas particulares;
✅ Acompanhamento com endocrinologista e neurologista;
✅ Medicamentos e tratamento especializado;
✅ Deslocamentos para atendimento médico;
✅ Demais necessidades ligadas ao tratamento e recuperação.
Já foram arrecadados
R$ 9.317,45,
mas a meta de
R$ 95.000
ainda não foi alcançada.
Cada dia faz diferença
e cada contribuição aproxima Alyssa
do atendimento que precisa.
O maior objetivo de Alyssa é
iniciar o tratamento o quanto antes
e
recuperar sua saúde.
Qualquer contribuição pode ajudar
a transformar este momento de
medo e incerteza
em uma oportunidade de
cuidado, tratamento e recuperação.
Se você não puder doar,
compartilhe esta campanha.
Um simples compartilhamento pode fazer
a história de Alyssa
chegar até alguém que possa ajudar.
Neste momento,
cada gesto faz diferença.